Exercícios de argumentação

Para ser um Projeto, o desenvolvimento do trabalho deve ter a participação dos alunos em algumas decisões, para que eles aprendam também a analisar situações, tomar decisões e ter a experiência de por em prática o que foi planejado, ou seja, as decisões devem ser partilhadas entre professores e alunos. Mesmo as decisões que são tomadas previamente pelo professor devem ser explicadas e justificadas, partilhadas com os alunos, tendo como referência a realização do Projeto.
Assim, o trabalho com Projetos de aprendizagem proporciona e incentiva que os alunos tenham iniciativas próprias, desenvolvam a competência argumentativa, que é a capacidade de encontrar caminhos para realizar o que projetam e, para construir a competência argumentativa, será necessário envolver os alunos em processos de fala, de escrita e em pesquisas, aprendendo, ainda a administrar o seu tempo diante de diferentes problemáticas. Portanto, entendemos que com Projetos estamos dando um passo para que os alunos se tornem sujeitos críticos e criativos, capazes de serem autônomos e competentes no exercício do argumentar.

“Quando Antonio foi para outra escola, mais convencional (a Teia não tinha Fundamental II na ocasião), surpreendeu-me ver o quanto fazia parte dele a noção de que conhecimento é algo que passa por dentro de quem o produz: ao escrever sobre um texto que estudara, vi-o muito preocupado em sempre usar suas próprias palavras.
Recortar e colar nem lhe passava pela mente. Deus conserve!” – Beatriz de Paula S., mãe de aluno

“A partir do um musical infantil estudado, Os Saltimbancos, a Sofia, conversando comigo (mãe), logo relacionou o personagem burro às pessoas da periferia ou que são exploradas no trabalho semi escravo. Depois, com o cachorro percebeu que quem não tem educação não consegue pensar, só fazer o que lhe mandam. Por fim compreendeu a razão da leitura feita com a turma da classe “A Revolução dos Bichos”, de George Orwel e como retrata o momento atual… principalmente a exploração de quem detém o poder econômico sobre a população. E concluímos juntas que se o povo se unir, ele é forte e não há nada a temer!” – Ana Lúcia, mãe de aluna de 10 anos

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